NOSSOS PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS
Acreditamos que podemos ser um elemento de transformação da forma de pensar e agir dos seres humanos!
Nossos projetos socioambientais são financiados pela própria Associação de Educação ao Ar Livre Kaluanã e, principalmente com a ajuda de parceiros e doações.
Veja a seguir os nossos projetos.
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Livro Ilustrado para Crianças
Projeto editorial que articula educação ambiental e linguagem visual para fomentar, desdecedo, uma relação de pertencimento, escuta e responsabilidade com o meio natural. A obracontribui com a formação cidadã e crítica das novas gerações, alinhada aos princípios deuma educação de qualidade, acessível e transformadora.
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Ilha do Marajó: navegando na morada do povo das águas
Projeto audiovisual em expedição que documenta a primeira circunavegação registrada da
Ilha do Marajó. A iniciativa reflete os vínculos entre a vida ribeirinha e o bioma amazônico,
conectando narrativas locais à urgência de conservar ecossistemas aquáticos e costões
vulneráveis. O projeto também atua como plataforma de escuta ativa e valorização de
saberes tradicionais, em sintonia com a construção de justiça territorial e climática.

Primeiras Trilhas
O projeto de elaboração e implantação de trilhas interpretativas para alunos de escolas públicas é um instrumento relevante, que proporciona a vivência em áreas naturais e permite a troca de energia, com a inteligência e sabedoria da natureza.
Por meio de brincadeiras e atividades realizadas durante as caminhadas, instruindo os estudantes na conscientização e no entendimento mais verdadeiro sobre o lugar em que vivemos.
Segundo a ISA* (International Surfing Association), no mundo todo são 23 milhões de surfistas. O Brasil lidera o ranking de países com o maior número de praticantes da modalidade, com 3 milhões de surfistas!
Sendo Garopaba e Imbituba, referências para a modalidade e,
com o número de praticantes de surf nesta região aumentando a cada ano, existem problemas crescentes de comportamento dos surfistas na água (agressão, acidentes e violência), além do impacto ambiental na zona costeira.






